REGIMENTO INTERNO A SER APROVADO NA AGO DE MINAS GERAIS !!!!

REGIMENTO INTERNO DA CONVENÇÃO GERAL DOS MINISTROS EVANGÉLICOS DO BRASIL
CNPJ: 16.689.763/001-21

CAPÍTULO I

INTRODUÇÃO

Art. 1º – O presente Regimento Interno tem por finalidade regulamentar os direitos e as disposições contidas no Estatuto convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil com escritório nacional na rua Dr. Carlos Márcia Nº 500-AP: 02-Bairro Satélite Iris-Campinas São Paulo, CEP: 13.059-682, sem fins lucrativos, devidamente inscritos e registrados perante os órgãos competentes.

CAPITULO II
ADMISSÃO, DIREITOS, DEVERES E DISCIPLINA DE MEMBROS

Seção 1 
Da Admissão
Art. 2º. A CGMEB tem número ilimitado de membros, os quais serão admitidos após analise do conselho de ética e disciplina e tendo a votação da maioria deste órgão sem discriminação de nacionalidade, cor, condição social ou política, desde que aceitem e concordem voluntariamente, com a liturgia, credo, doutrinas, disciplinas, e forma de captação da CGMEB, com bom testemunho público, tendo a Bíblia Sagrada como única regra infalível de fé normativa para a vida e formação cristã, batizados por imersão em águas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e que preencham as seguintes condições:

I - Sejam capazes civilmente

II - Sejam possuidores de bom testemunho pessoal e conduta ilibada, devidamente testemunhada por, no mínimo, dois membros ativos;

III - Sejam legalmente solteiros, casados, viúvos, separados ou divorciados e que não convivam maritalmente com qualquer pessoa que não seja seu cônjuge.

IV - Cada obreiro será credenciado pela CGMEB NACIONAL e ESTADUAL e receberá seu diploma de filiação na A.G.O de sua convenção estadual

§ 1º. Os estados civis de solteiro e casado não se aplicam à união de pessoas do mesmo sexo, por contrariarem os princípios das Sagradas Escrituras, somente sendo admitidos casais heterossexuais, conforme Dt 23.17,18; Lv 18.22; 20.13; Rm 1.24-28; I Co 6.10; I Tm 1.10.

Art. 3º. Também poderá ser admitido como membro, qualquer interessado oriundo de outra convenção evangélica, desde que preencha os requisitos do artigo anterior e que seja recomendado por carta de convenção que pertence e igreja atual.

Parágrafo Único. A admissão do recomendado somente se dará após a apresentação da carta em reunião de membros, após manifestação da maioria dos presentes.

Art. 4º. Os obreiros interessada em tornar-se membro proveniente de outra convenção evangélica, que não porte carta de recomendação, poderá ser admitido por aclamação da maioria dos membros presentes na reunião referida no artigo anterior, após entrevista pessoal com o conselho de ética e disciplina e estando todos de comum acordo.

Parágrafo Único. Na entrevista referida neste artigo, o entrevistador avaliará as razões da falta da carta de recomendação, devendo, se assim entender necessário, estabelecer contato com o pastor presidente da convenção e da igreja de origem do interessado, somente levando a referida pessoa ao plenário da reunião de membros, se acharem que não há motivos que impeçam a aclamação.

Seção 2 
Do Exercício do Direito
Art. 5º. O interessado em se desligar do rol de membros poderá fazê-lo em qualquer época, mediante pedido escrito protocolado na Secretaria, em cuja ocasião deverá devolver a respectiva credencial de identificação

Seção 3
Do Cumprimento dos Deveres
Art. 6º. Todo membro deve dedicar-se à CGMEB, prestando a ela total fidelidade e não podendo ser ligado ou filiado a outra organização evangélica como (CONSELHOS, CONVENÇÕES, ORDENS E ETC..) a não ser sua igreja de origem

Parágrafo Único. Qualquer atitude que configure confrontação, desobediência ou irreverência à este regimento interno não será tolerada pela mesa diretora da CGMEB, implicando assim na exclusão do obreiro

Art. 7º. Também devem ser observadas todas as determinações da Assembleia Geral, da Diretoria e Conselhos, quando conformes à Bíblia Sagrada e às leis vigentes no País.

Art. 8º. Constitui também dever de todos os membros tratarem uns aos outros respeitosamente, observando a fraternidade cristã esboçada na Bíblia Sagrada, resguardando a privacidade e a intimidade pessoal individual.

Parágrafo Único. No relacionamento pessoal deve cada membro tratar ao outro como assim manda a hierarquia.
EXEMPLO: Ao se dirigir a um os membros da diretoria nacional
Senhor presidente nacional assim também aos seus vices.
Senhor supervisor nacional
Senhores conselheiros
Senhores tesoureiros 
Senhores secretários
Da mesma forma a diretoria estadual
Art. 9º. É obrigatório o comparecimento de cada DIRETOR ESTADUAL a cada A.G.O Estadual ou nacional convocada pela CGMEB.
Parágrafo Único. O desatendimento injustificado do contido neste artigo ensejará a aplicação de medida disciplinar adequada, após entrevista pessoal com o membro faltoso, podendo, em caso de reincidência de três reuniões consecutivas ser excluído na CGMEB-ESTADUAL
Art. 10º. Todo membro deve esforçar-se para que as finalidades sociais da CGMEB sejam alcançadas, de forma voluntária, sem exigência de remuneração, nos limites de suas possibilidades, somente eximindo-se do cumprimento do dever aqui estipulado, mediante a justificativa de indisponibilidade de tempo pelo cumprimento de obrigações seculares.

CAPITULO III
DA DIRETORIA ESTADUAL, ADMIÇÃO, DIREITOS E DEVERES, POSSE E DESLIGAMENTO

Parágrafo Único. Cada diretoria estadual deva ser composta de:
Presidente 
1º Vice Presidente 
2º Vice Presidente 
3º Vice Presidente 
1º Secretário 
2º Secretário 
3º Secretário 
1º Tesoureiro 
2º Tesoureiro 
3 Conselho Fiscal 
3 Suplentes 
1 Secretário Adjunto 
1 Supervisor Estadual

OBS: ESTA DIRETORIA SÓ SERÁ IMPOSSADA APÓS A ANALISE DA DIRETORIA NACIONAL. E ESTANDO TAMBÉM TODOS OS MEMBROS FILIADOS E COM SUAS ANUIDADES TODAS EM DIAS

Seção 4
Da Admissão de Diretores Estaduais
Art. 11º. Cada candidato a diretoria estadual para ser admitido deverá ter ou está cursando o curso par diretores oferecido pela CGMEB.

Art.12º. Cada diretoria estadual terá o mandato de 4 anos, podendo assim ser reeleita quantas vezes se fizer oportuno.
Parágrafo Único. Para concorrer a chapa de qualquer diretoria o candidato deverá ter o curso de diretores concluído.

Art. 13º. Cada diretoria estadual trabalhará de comum acordo com a diretoria nacional da CGMEB.
OBS: O NÃO CUMPRIMENTO DE ESTE ARTIGO IMPLICAR NA EXCLUSÃO DE DIRETORES ESTADUAIS POR PREVARICAÇÃO SEM AVISO PREVIO

Art. 14º. Compete a Diretoria estadual reunir-se mensalmente em reunião dentro de igrejas templos ou local alugados para os devidos fins, e a cada ano uma A.G.O estadual,e a cada 4 anos eleição estadual.

Art. 15º. Cada diretor estando gozando de total liberdade e gozo com a DIRTORIA NACIONAL, poderá ser votar e ser votado, ser candidato a presidência estadual e nacional bem como concorrendo em todos os cargos de ambas as diretorias.

Seção 5
Posse e desligamento de Diretores
Art. 16º. A Posse da Diretoria estadual será feite exclusivamente pelo presidente nacional e supervisor nacional, os custos de passagens e hospedagens serão de total responsabilidade da CGMEB-ESTADUAL.

Art. 17º. A posse da diretoria poderá ser realizada em culto, com coral de jovens, circulo de oração e etc... 
Ou em reunião extra-ordinária de plenária com a CGMEB-ESTADUAL

Art.18º. A diretoria estadual não poderá ser composta de membros somente de uma cidade do estado devendo assim abranger pelo menos 70% do estado, visando assim ganhar todo o estado em que se fizer presente a CGMEB.

Art.19º. Será desligado todo e qualquer membro de diretoria nacional ou estadual qualquer membro que não cumprir este regimento interno.

Art.20º. Qualquer membro que se rebelar dividir ou tentar devolver a CGMEB será processado criminalmente alem de responder junto à justiça por tal feito.

Art.21º. Cada diretor estadual terá o prazo de 30 dias para formar sua diretoria estadual.
OBS: ESTÁ DATA SERÁ CONTADA A PARTIR DA DATA DE VIGORIZAÇÃO DESTE REGIMENTO INTERNO.

A DIRETORIA NACIONAL DECLARA QUE ESTE DOCUMENTO É VERDADEIRO E DAMOS FÉ

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PASTOR ANTONIO RAIMUNDO FILHO
PRESIDENTE NACIONAL

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PASTOR FABIO DAVI SANTOS MACIEL
SUPERVISOR NACIONAL

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MISSIONÁRIA SHEYLA DE LIMA MACEDO DE SOUZA
1º SECRETÁRIA NACIONAL

Este regimento interno será aprovado na A.G.O que ocorrerá em minas gerais na cidade de guidoval, na CGMEB-MG, convenção presidida pelo honroso pastor Franklin Silva

ASSINATURA DA MESA DERETORA DO ESTADO DE MINAS GERAIS – MG

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